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A morte
nada é.
Eu estou
apenas noutro lado,
Eu sou
eu, tu és tu.
Aquilo
que éramos um para o outro
Continuamos a ser. Chamem-me como sempre me chamaram.
Falem-me
como sempre me falaram.
Não
mudem o tom da vossa voz.
Nem
façam um ar solene ou triste.
Continuem a rir daquilo que juntos nos fazia rir.
Brinquem, sorriam, pensem em mim,
Rezem
por mim.
Que o
meu nome seja pronunciado em casa
Como
sempre foi;
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Sem
qualquer ênfase,
Sem
qualquer sombra.
A vida
significa o que sempre significou.
Ela é
aquilo que sempre foi.
O “fio”
não foi cortado.
Porque é
que eu,
Estando
longe do vosso olhar,
Estaria
longe do vosso pensamento?
Espero-vos, não estou muito longe,
Somente
do outro lado do caminho.
Como
vêem,
Tudo
está bem.
Henry Scott Holland
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